Cultura não se resolve com tecnologia

Cultura não se resolve com tecnologia

É comum, na atividade que temos desenvolvido nos departamentos jurídicos e escritório de advocacia, a confusão entre resolver o problema da eficiência da equipe com a necessidade de instalação ou substituição de um sistema de informações.

No entanto, vale dizer que a velha máxima: – organize primeiro, depois padronize…, parece ter incrível razão.

Para um advogado mais conservador é um choque o controle de informações, prazos e padronizações. A escassez do assunto nas faculdades de Direito é algo que precisamos corrigir.

Quando iniciamos um trabalho de transformação digital em um departamento jurídico, a primeira perspectiva é justificar para os próprios gestores [se] e [quando] um sistema será aliado ou um adversário as rotinas operacionais.

Em parte, porque a oferta e sedução por um sistema é bastante grande com um grande discurso de mudança de vida.

E de outro lado, porque gestores sentem-se aliviados ao trazer uma perspectiva de resultado à administração, embora se saiba que repensar a cultura de como trabalhamos é o ponto inicial.

A tecnologia poderá ser uma solução se o interesse dos gestores produzir alteração de layouts do seu departamento.

O sucesso de novos empregos de metodologias são notórios. A cultura de startup, é um progresso que advogados não admitem de imediato, porquanto a retórica tem defensores vorazes enquanto a lógica apenas alguns entusiastas.

Para uma transformação genuína, é bom contar com profissionais certificados entre tecnologia e direito capazes de apresentar um design que atinja expectativas em pontos nevrálgicos das dores vivenciadas pelo excesso de tarefas e redundâncias; que só existem pela insegurança vivenciada em resolver problemas com ferramentas equivocadas de gestão e tecnologia.

Se podemos sugerir: – Não compre o sistema, antes de um design.

Avalie como está o seu departamento ou escritório. Conscientize os membros, através de uma equipe/consultoria, a necessidade de aprimorar as tarefas. Oriente para que a transformação digital seja querida pelo benefício que trará à médio prazo. Não se ressinta que o investimento é superior [o barato sai caro].

Certamente tais conselhos trarão a você: satisfação, melhoria de performance de prestadores, indicadores corretos e resultados positivos no judiciário.

É míope a visão de que a tecnologia não se deduz do Direito. Isso é mera implantação de sistema e o gestor deve repelir tal prática, porquanto torna-se obsoleta e ineficiente em pouco tempo.

A tecnologia está à serviço do Direito. E é pelo profundo conhecimento do Direito que se atinge a maturidade de dados e a consequente direção que eles poderão apresentar ao tomador de decisões.

Invista o recurso da empresa em ferramentas corretas. Uma delas é o design e a reflexão e desenho de novos métodos, empregos e ajustes na metodologia aplicada.

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