O segredo do bom software

Desde ano passado nós temos notado uma modificação no padrão de consumo de softwares empresariais.

Isto é, mesmo antes da pandemia, as organizações empresariais já vem compreendendo pela necessidade de não tornar as áreas internas verdadeiras ilhas sem contato algum com as demais. Outro dado importante é que as questões relacionadas ao que chamamos de “softwares de estimação” tem sido cada vez mais alvos de consultorias compromissadas na realização de uma transformação digital.

  1. Nas áreas envolvendo departamentos jurídicos, ainda há uma carência de softwares brasileiros que compreendam a essência da transformação digital. Muitos deles foram desenhados para atenderem o departamento jurídico e suas carências de controles, com algum incentivo ao uso do BPM (business process model), mas de forma tímida. Isso acaba contribuindo para que o custo de integrações entre softwares tenha um aumento considerável em qualquer proposta recebida para adequação a um cenário mais integrado.
  2. Considerando este efeito, torna-se cada vez mais importante que qualquer implantação de software não seja somente uma produção isolada do departamento jurídico, mas uma reunião de interesses para que o desenvolvimento empresarial não seja perdido ou traga mais responsabilidades que o departamento interno deve receber.
  3. Em outras palavras, as consultorias podem auxiliar justamente neste diagnóstico, trazendo soluções que saiam da esfera comum dos advogados (as lawtechs) para entregar serviços iguais ou melhores e num preço competitivo.
  4. Recentemente nós tivemos uma experiência como essa. A empresa que nos contratou buscava resolver problemas de ciclo de vida do contrato (inter-áreas) e conseguir metrificar de forma fácil suas consultas jurídicas.
  5. O primeiro desafio era encontrar uma solução em padrão CLM, à medida que os brasileiros não utilizam este tipo de engrenagem.
  6. O segundo desafio era a usabilidade do software, isto é, forçar usuários de outras áreas abrirem solicitações de dúvidas em software do departamento jurídico (um contrassenso nos dias atuais).
  7. Nossa missão começou pela opção de softwares estrangeiros, que sob a nossa tradução, tornaram-se eficientes para resolver a questão.
  8. No segundo desafio, optamos pela construção direta em aplicativos de mensagens padrão já utilizado ou utilizando softwares pilotos (aqueles que a empresa toda possui acesso) para que a consulta partisse de lá, ainda que o departamento jurídico receba a informação direto em seu software jurídico.
  9. Em outras palavras: – arriscamos, inovamos e pensamos juntos com o jurídico e outras áreas e o projeto foi um sucesso.
  10. O cliente ficou satisfeito, a ENLIGHTEN melhorou e os clientes usuários do jurídico, sentiram-se importantes, pois a experiência do usuário foi considerada e colocada à mesa.
  11. Sem a consultoria, fatalmente seriam levados a uma escolha de software jurídico pela insistência do vendedor de software ou de benchmarking.
  12. Embora a gente ainda pense que as consultorias em departamento jurídico não são essenciais, isso vai depender do nível de seriedade daquela que você contratou. Certamente, as sérias, trarão a você não apenas 01, mas várias hipóteses para você modelar melhor o seu departamento.
  13. A vantagem disso é fazer mais por menos. E isso não significa apenas economia financeira, mas poupar um advogado de repetir tarefas, errar e sentir-se um profissional aquém de suas habilidades.
  14. Pense sobre isso. Passe a investir numa construção inteligente e integrada. Use a transformação digital ao seu favor.
  15. Se usado corretamente, não é somente o departamento jurídico que sairá ganhando, mas a empresa que você trabalha verá a integração

Selecione o departamento no qual deseja falar:

Comercial

Vendas